Ao estruturar uma frente de SOC com apoio da Hackone, a Solus IT transformou uma demanda crescente do mercado em oportunidade de negócio. Com olhar atento à inovação, ampliou sua atuação em cibersegurança com mais operação, maturidade e visão estratégica.

Foto: Acervo Hackone
Em tecnologia, ser disruptivo nem sempre significa criar algo completamente novo, muitas vezes, a disrupção está em enxergar antes uma mudança de mercado. Entender o que os clientes ainda começam a perceber como urgência e construir, no momento certo, uma resposta estruturada para essa demanda.
Foi esse movimento que colocou a Solus IT em uma posição estratégica no mercado de tecnologia e cibersegurança.
Da infraestrutura e servidores, conectividade, cibersegurança, NOC e inteligência artificial, a Solus IT se posiciona como empresa de soluções tecnológicas para a evolução dos negócios. A companhia destaca mais de 17 anos de experiência, mais de 300 clientes atendidos e um portfólio orientado à transformação digital.
O ponto central não está apenas no portfólio consolidado e sim da decisão de transformar cibersegurança em uma nova frente de crescimento estruturada, analitica e com visão de futuro.
Antes do SOC: estratégia e maturidade de mercado
Antes da entrada da Hackone, a Solus IT já tinha uma trajetória consolidada como integradora de soluções e atuava com modelos de serviços gerenciados. A empresa entendia o avanço da demanda por cibersegurança e tinha no seu planejamento de negócio, o desejo de montar um centro de cibersegurança.
A intenção existia junto da oportunidade. E como acontece em muitas empresas que estão diante de uma nova frente estratégica, o desafio estava em sair da intenção para a operação. O projeto de SOC já estava nos planos de expansão e, para transformar essa ambição em uma entrega escalável, era preciso estruturar processos, operação, sustentação técnica e clareza comercial.
E é importante destacar que a Solus IT não partiu de uma dor superficial e sim de um movimento que nasceu do seu amadurecimento. A empresa entendeu que o mercado já caminhava para uma demanda maior por segurança gerenciada e que ela precisava estruturar essa entrega com escala, consistência e capacidade de gerar valor para os clientes.
A cibersegurança deixou de ser pauta técnica
De acordo com o relatório Cost of a Data Breach 2025, da IBM, no Brasil o impacto financeiro dos incidentes reforça essa urgência. O custo médio de uma violação de dados chegou a R$7,19 milhões, acima dos R$6,75 milhões registrados em 2024.
Esses números ajudam a explicar por que a segurança deixou de ser uma preocupação restrita à equipe técnica. Hoje, cibersegurança afeta receita, continuidade operacional, reputação, conformidade, relacionamento com clientes e capacidade de crescimento.
Para integradoras como a Solus IT, isso cria uma nova responsabilidade: não basta oferecer tecnologia, é preciso entregar segurança como operação. Traduzindo risco em impacto de negócio e transformando proteção em valor percebido.
A decisão da Solus IT conversa diretamente com o cenário atual do mercado. Segundo o Gartner, os gastos globais de usuários finais com segurança da informação chegou US$213 bilhões em 2025 e, em 2026 podem ultrapassar US$240 bilhões.

A entrada da Hackone: de projeto técnico a solução 360
A solução implementada com apoio da Hackone foi o Security One. A proposta foi estruturar uma solução SOC 360º de negócio e partner enablement. Desde a implementação à capacitação, com acompanhamento afim de que a empresa pudesse evoluir com autonomia.
O objetivo foi apoiar a Solus IT na construção de uma frente operacional que fosse capaz de sustentação operacional. Com propósito de gerar valor para clientes e ampliar sua própria capacidade de crescimento.
A Hackone não entrou apenas como fornecedora de tecnologia e sim como parceira de evolução. O projeto envolveu método, maturidade operacional e visão de negócio — elementos essenciais para transformar um SOC em uma oferta realmente aplicável ao mercado.
Para a Solus IT, a implementação foi favorecida por uma base já existente de serviços gerenciados. A empresa já tinha experiência, relacionamento com clientes e maturidade para receber a solução. O papel da Hackone foi acelerar esse processo, reduzir complexidades e apoiar a construção de uma operação mais escalável.
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O desafio não é só parar ataques. É mostrar impacto financeiro
Um dos pontos centrais dessa evolução está na mudança de linguagem sobre cibersegurança.
A grande dificuldade do mercado hoje não está apenas em parar um ataque. Essa é uma parte operacional da segurança. O desafio maior está em mostrar o impacto financeiro que uma ameaça pode gerar para a empresa.
Essa visão é decisiva porque aproxima a segurança da diretoria. Quando o risco passa a ser apresentado em termos de perda financeira, proteção de receita, continuidade e maturidade, a cibersegurança deixa de ser vista como custo e passa a ser compreendida como estratégia.
É nesse ponto que os indicadores ganham relevância. Em ambientes sem operação estruturada, uma anomalia pode levar horas ou até dias para ser percebida. Com uma operação de SOC estruturada, a detecção passa a acontecer de forma rápida, contínua e orientada por prioridade, reduzindo o tempo entre identificação e resposta.
Mais do que um ganho técnico, esse tipo de avanço ajuda a construir confiança comercial. Ele mostra, de forma objetiva, por que uma operação de segurança precisa ser contínua, monitorada e orientada por resposta.
Resultado: nova frente de receita e mais clareza de posicionamento
Com a estruturação da solução do SOC, a Solus IT passou a operar uma nova frente de valor para seus clientes. O objetivo não era apenas adicionar mais um serviço ao portfólio e sim habilitar a empresa em uma necessidade do mercado: a proteção contra ameaças digitais.
Em poucos meses, a operação passou a abrir novas oportunidades comerciais e fortalecer conversas que antes não existiam no mesmo nível de maturidade. O SOC trouxe uma nova frente de receita e uma nova forma de posicionar a Solus IT diante do mercado.
Esse é um ponto fundamental de uma empresa que se posiciona corretamente diante de uma necessidade real, a inovação deixa de ser discurso e passa a gerar movimento comercial.
A implementação trouxe mais clareza sobre crescimento, apresentação da oferta ao mercado e como transformar cibersegurança em uma entrega mais visível, vendável e conectada às dores reais dos clientes.
Por que a Solus IT está à frente?
A Solus IT está à frente porque não esperou a demanda por cibersegurança se tornar uma pressão inevitável. Diante do movimento do mercado, percebeu a oportunidade e, como resposta, buscou estruturar sua operação antes que essa necessidade se tornasse apenas reativa.
Esse é o comportamento de empresas inovadoras: elas não olham apenas para o que vendem hoje, mas para o que seus clientes precisarão amanhã.
Essa visão aparece em três movimentos:
Primeiro, a empresa entendeu que cibersegurança seria cada vez mais essencial para seus clientes. Segundo, percebeu que a segurança poderia ser uma frente de crescimento e não somente uma camada técnica dentro do portfólio. E por fim, buscou uma parceria capaz de apoiar a implementação, operação, capacitação e posicionamento.
Essa combinação entre leitura de mercado, ação estratégica e execução técnica é o que transforma uma empresa preparada em uma empresa relevante.

Foto: Acervo Hackone
O próximo estágio: segurança como jornada contínua
Com foco em manter os níveis de negócio, olhar para novos mercados, ampliar oportunidades e fortalecer novas frentes de serviço, a parceria não termina na implementação do SOC.
Essa é uma leitura importante: segurança não é um projeto com começo, meio e fim. É uma jornada contínua de maturidade digital. E é preciso entender que, para se diferenciar e ter vantagem competitiva, é necessário tomar ações que preparam o negócio para o futuro.
A trajetória da Solus IT reforça uma leitura cada vez mais evidente no mercado de tecnologia de que ser disruptivo não se resume em lançar novas soluções. Ser disruptivo, é também entender e interpretar movimentos, reconhecer as demandas em crescimento e construir operações que são capazes de reverter necessidades em impacto real.
Com apoio da Hackone, a Solus IT avançou na estruturação de uma frente de SOC, com a ampliação da sua capacidade de atuação em cibersegurança. Ao mesmo passo que fortaleceu seu posicionamento para os próximos desafios que virão dessa transformação digital.
Mais que um projeto técnico, essa evolução revela uma empresa que entendeu um movimento antes mesmo dela se tornar uma urgência. E mostra como inovação, quando guiada por dados, operação e posicionamento, deixa de ser promessa e passa a ser crescimento.





